Total visualizações

26 junho 2015

Exame de Português 12º - critérios definitivos

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO GRUPO I 
 

Níveis Descritores do nível de desempenho 
I. A.
Questão 1
4
Explicita, adequadamente, o contraste existente no modo como o cravo é transportado, primeiro, até ao portão da quinta e, depois, até à abegoaria. 12 pontos
3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o contraste existente no modo como o cravo é transportado, primeiro, até ao portão da quinta e, depois, até à abegoaria.
2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o contraste existente no modo como o cravo é transportado, primeiro, até ao portão da quinta e, depois, até à abegoaria. OU Explicita, de modo incompleto ou com imprecisões, o contraste existente no modo como o cravo é transportado, primeiro, até ao portão da quinta e, depois, até à abegoaria.
1
Refere-se, de modo incompleto e com imprecisões, ao contraste existente no modo como o cravo é transportado, primeiro, até ao portão da quinta e, depois, até à abegoaria.

 Cenário de resposta 
Da Rua Nova dos Mercadores até ao portão da quinta, o cravo é carregado por dois homens experientes, que usam os processos  adequados para, com o seu saber e com os cuidados necessários, levarem a carga até São Sebastião da Pedreira. Já do portão até à abegoaria, o transporte é feito por Baltasar e por Blimunda, que, por lhes faltar experiência neste tipo de trabalho e por receio de danificar tão frágil instrumento, tiveram muita dificuldade em fazer chegar o cravo ao seu destino.

Nota – As respostas em que apenas se refere um dos momentos relativos ao transporte do cravo não cumprem o requerido no item (não evidenciam um contraste). Neste caso, as respostas são classificadas com zero pontos. 

Questão 2.
 
Explica, adequadamente, a forma como, ao longo do excerto, a música de Scarlatti se vai
articulando com os diferentes trabalhos de Baltasar e de Blimunda na abegoaria.       12
 
3
Explica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a forma como,
ao longo do excerto, a música de Scarlatti se vai articulando com os diferentes trabalhos
de Baltasar e de Blimunda na abegoaria. 9
 
2
Explica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a forma como,
ao longo do excerto, a música de Scarlatti se vai articulando com os diferentes trabalhos
de Baltasar e de Blimunda na abegoaria.
OU
Explica, de modo incompleto ou com imprecisões, a forma como, ao longo do excerto,
a música de Scarlatti se vai articulando com os diferentes trabalhos de Baltasar e de
Blimunda na abegoaria.   6

1
Refere-se, de modo incompleto e com imprecisões, à forma como, ao longo do excerto,
a música de Scarlatti se vai articulando com os diferentes trabalhos de Baltasar e de
Blimunda na abegoaria. 3

Cenário sem alteração

Questão 3
 4 Justifica, adequadamente, o comentário do narrador, tendo em conta o sentido das
palavras de ambas as personagens. 12

3 Justifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o comentário
do narrador, tendo em conta o sentido das palavras de ambas as personagens. 9

2
Justifica, adequadamente, o comentário do narrador, tendo em conta o sentido das
palavras de uma das personagens.
OU
Justifica, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, o comentário
do narrador, tendo em conta o sentido das palavras de ambas as personagens. 6

1
Justifica, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, o comentário
do narrador, tendo em conta o sentido das palavras de uma das personagens.
OU
Refere-se, de modo incompleto e com imprecisões, ao comentário do narrador, tendo em
conta o sentido das palavras de ambas as personagens.
OU
Refere-se, adequadamente, apenas ao comentário do narrador ou apenas ao sentido das
palavras de ambas as personagens. 3

 Cenário sem alteração

Questão 4
 4
Refere, adequadamente, dois dos traços que contribuem para a humanização da música
nas cinco primeiras estrofes do poema, apresentando transcrições que comprovam a
resposta. 12
 

3
Refere, adequadamente, um dos traços e, com pequenas imprecisões, outro dos traços
que contribuem para a humanização da música nas cinco primeiras estrofes do poema,
apresentando transcrições que comprovam a resposta.
OU
Refere, com pequenas imprecisões, dois dos traços que contribuem para a humanização
da música nas cinco primeiras estrofes do poema, apresentando transcrições que
comprovam a resposta. 9


2
Refere, adequadamente, um dos traços que contribuem para a humanização da música
nas cinco primeiras estrofes do poema, apresentando transcrições que comprovam a
resposta.
OU
Refere, com imprecisões, dois dos traços que contribuem para a humanização da música
nas cinco primeiras estrofes do poema, apresentando transcrições que comprovam a
resposta. 6


1
Refere, com pequenas imprecisões, um dos traços que contribuem para a humanização
da música nas cinco primeiras estrofes do poema, apresentando transcrições que
comprovam a resposta.
OU
Refere, adequadamente, dois dos traços que contribuem para a humanização da música
nas cinco primeiras estrofes do poema, sem apresentar transcrições que comprovem a
resposta. 3

 

 Cenário sem alteração


Questão 5
 4 Explicita, adequadamente, a importância da música na construção da identidade do «eu»,
de acordo com o conteúdo das duas últimas estrofes.  12

3
Explicita, de modo não totalmente completo ou com pequenas imprecisões, a importância
da música na construção da identidade do «eu», de acordo com o conteúdo das duas
últimas estrofes.   9

2
Explicita, de modo não totalmente completo e com pequenas imprecisões, a importância
da música na construção da identidade do «eu», de acordo com o conteúdo das duas
últimas estrofes.
OU
Explicita, de modo incompleto ou com imprecisões, a importância da música na construção
da identidade do «eu», de acordo com o conteúdo das duas últimas estrofes.  6

Refere-se, de modo incompleto e com imprecisões, à importância da música na construção
da identidade do «eu», de acordo com o conteúdo das duas últimas estrofes. 3


 Cenário de resposta
A música é fundamental na construção da identidade do «eu», na medida em que:
– tem o poder de conferir unidade ao «eu» poético – «O canto me reúne» (v. 18); «E agora de mim / Não
me separa nada» (vv. 21-22);
– potencia o reencontro com um tempo primordial e puro – «De muito longe venho / Pelo canto chamada»
(vv. 19-20); «Num silêncio de areia / Que não foi pisada» (vv. 26-2
7).

Nota 1 – Não é obrigatório o recurso a citações, ainda que estas figurem, a título ilustrativo, no cenário de resposta.
Nota 2 – As respostas em que se faz referência a um «nós» podem situar-se, no máximo, no nível 2 de desempenho.



18 junho 2015

Feeling Good

III
"Quer no espaço público quer no espaço privado, somos permanentemente sujeitos a estímulos sensoriais
(visuais, auditivos, olfativos…), por exemplo, através de campanhas publicitárias. Se, por um lado, essa
experiência pode ser considerada enriquecedora, pode, por outro lado, ser perspetivada de forma negativa." 17/06/2015


 Um longo filme publicitário, pleno de estímulos visuais e auditivos, 
com muita influência da arte narrativa e da estética do cinema. 

A cada um, a sua opinião: enriquece? aliena? estimula? cria ilusões? promove valores?

17 junho 2015

Correção da prova de Português 12º (639)

Aqui vai a correção. 
Lembrem-se que são esperadas respostas completas , bem redigidas, etc. Aqui seguem apenas os tópicos a contemplar.

I. Cenários de resposta

1.
Da Rua Nova dos Mercadores até ao portão da quinta, o cravo é carregado por dois homens experientes, que usam os processos adequados para, com o seu saber e com os cuidados necessários, levarem a  carga até São Sebastião da Pedreira.
Já do portão até à abegoaria, o transporte é feito por Baltasar e por Blimunda, que, por lhes faltar experiência neste tipo de trabalho e por receio de danificar tão frágil instrumento, tiveram muita dificuldade em fazer chegar o cravo ao seu destino.

2.
No dia da chegada do cravo à abegoaria, Scarlatti procedeu à sua afinação, após o que começou a tocar, encadeando os sons de forma progressivamente mais complexa. Entretanto, Baltasar e Blimunda dedicavam-se a trabalhos pouco ruidosos (entrançar vimes e coser velas), tarefas que não interferiam com a música de Scarlatti.
Nas visitas posteriores à quinta, Scarlatti nem sempre pedia que cessassem os trabalhos ruidosos que decorriam na abegoaria; assim, o som do cravo fluía de forma harmoniosa, apesar do rugir da forja, do malho a bater na bigorna ou da água a ferver na tina.

3.
O comentário do narrador justifica-se pela surpresa que as palavras de Blimunda e de Baltasar lhe provocam, dado que, sendo eles iletrados, são capazes de verbalizar pensamentos tão complexos e elaborados.
Efetivamente, face à possibilidade de a passarola voar, Blimunda admite que a música se possa integrar no voo como expressão de harmonia e de celebração.
Já Baltasar, levado pelas recordações negativas da guerra, antevê desastres e sofrimento

B
4.
A humanização da música decorre de vários aspetos, nomeadamente do facto de esta:
– estar associada a vivências subjetivas do ser humano − «Povoa este deserto» (v. 2);
– ser indissociável da identidade do ser humano − «A música do ser / Interior ao silêncio / Cria seu próprio tempo / Que me dá morada» (vv. 8-11);
– possuir uma voz que é companheira do «eu» poético − «Palavras silabadas / Vêm uma a uma / Na voz da guitarra» (vv. 5-7); «Por companheira tenho / A voz da guitarra» (vv. 15-16).


5.
A música é fundamental na construção da identidade do «eu», na medida em que:
– tem o poder de conferir unidade ao «eu» poético – «O canto me reúne» (v. 18); «E agora de mim / Não me separa nada» (vv. 21-22);
– potencia o reencontro com um tempo primordial e puro – «De muito longe venho / Pelo canto chamada» (vv. 19-20); «Num silêncio de areia / Que não foi pisada» (vv. 26-27).

Nota
– Não é obrigatório o recurso a citações, ainda que estas figurem, a título ilustrativo, no cenário de resposta


Versão 1
Versão 2
1
B
D
2
C
D
3
A
C
4
C
B
5
B
C
6
D
B
7
B
A
8
a sabedoria dos odores
9
complemento direto
10
(oração) subordinada (adverbial) concessiva

NOTA: A ocorrência de erros ortográficos ou de transcrição não implica a desvalorização da resposta







In: http://uniarea.com/exames/portugues/
Nota: Trata-se ainda de versão de trabalho. Pode sempre sofrer ligeiros ajustamentos, por decisão dos responsáveis do IAVE.

Sensações

A prova era toda feita de ... SENSAÇÕES!

Só resta esperar. Até lá, e agora mais descontraídos, é tempo de apreciar - mesmo - o poema de S.M.B. e saber um pouco mais sobre este (aparentemente) enigmático título, afinal bem concreto.



Bach Segóvia Guitarra

A música do ser 
Povoa este deserto 
Com sua guitarra 
Ou com harpas de areia 

Palavras silabadas 
Vêm uma a uma 
Na voz da guitarra 

A música do ser 
Interior ao silêncio 
Cria seu próprio tempo 
Que me dá morada 

Palavras silabadas 
Unidas uma a uma 
Às paredes da casa 

Por companheira tenho 
A voz da guitarra 

E no silêncio ouvinte 
O canto me reúne 
De muito longe venho 
Pelo canto chamada 

E agora de mim 
Não me separa nada 
Quando oiço cantar 
A música do ser 
Nostalgia ordenada 
Num silêncio de areia 
Que não foi pisada 
 
 Sophia de Mello Breyner Andresen
 
Bach -  Johann Sebastian Bach viveu de 1685 a 1750, na atual Alemanha, e é tido como 
o maior nome da música barroca e como um dos maiores compositores de todos os tempos. 
Foi compositor, maestro, cantor, cravista e organista. Desconhec-se o número exato das suas obras, 
mas escreveu para cima de 1000 composições. (ouvir sinfonia nº 1)
 
Segovia -  Andrés Segovia: célebre guitarrista espanhol, nasceu no final do século XIX 
e morreu em Madrid em 1987. O seu grande contributo foi ter adaptado um instrumento considerado 
«popular» - a guitarra - a um reportório clássico e às salas de concerto mais nobres, tocando músicas 
de compositores maiores como Bach.
 
 
****************************************
 Quanto ao grupo III, espero que tenham tido boas ideias e as tenham apresentado e defendido bem.
 Ficam algumas pistas, para os críticos e os otimistas.
 



Nike Force of Nature Recorrendo a uma passadeira com sensores de movimentos Kinect desenvolvidos, pela Prime Sense, para o Xbox 360 Xbox One.  A Nike procurou usar efeitos visuais como estímulo visual baseado no ritmo da corrida da pessoa, ampliando a sensação de fluidez da corrida. A criação fez parte do Nike Innovation Summit, recentemente realizado em Londres.

Poluição visual

Movimento contra a poluição visual nas cidades

15 junho 2015

Literatura





Agora um texto de autor.
Temas:
Leitura
Literatura
Cultura
 
 
Sobre a literatura, artigo de Mario Vargas Llosa
 
A literatura, enquanto existir, continuará sendo um denominador comum da experiência humana. Aqueles de nós que leram Cervantes, Shakespeare, Dante ou Tolstoi entendem-se uns aos outros e sentem-se indivíduos da mesma espécie porque, nas obras desses escritores, aprenderam o que partilhamos com seres humanos, independentemente de posição social, geografia, situação financeira e período histórico.

Nada nos protege melhor da estupidez do preconceito, do racismo, da xenofobia, do sectarismo religioso ou político e do nacionalismo excludente do que esta verdade que sempre surge na grande literatura: todos são essencialmente iguais.
 A literatura permite-nos viver num mundo onde as regras inflexíveis da vida real podem ser quebradas, onde nos libertamos do cárcere do tempo e do espaço, onde podemos cometer excessos sem castigo e desfrutar de uma soberania sem limites. Como não nos sentirmos enganados depois de ler “Guerra e Paz” ou “Em Busca do Tempo Perdido” e voltar a este mundo de detalhes insignificantes, obstáculos, limitações, barreiras e proibições que nos espreitam de todo canto e em cada esquina corrompem nossas ilusões?

Quer dizer, a vida imaginada dos romances é melhor: mais bonita e diversa, mais compreensível e perfeita. Talvez seja esta a maior contribuição da literatura ao progresso: lembrar que o mundo é malfeito, e que poderia ser melhor, mais parecido com o que a imaginação é capaz de criar.

A sociedade livre e democrática requer cidadãos responsáveis, críticos, independentes, difíceis de manipular, em constante efervescência espiritual e cientes da necessidade de examinar continuamente o mundo em que vivemos, para tentar aproximá-lo do mundo em que gostaríamos de viver.

Sem insatisfação e rebeldia, ainda viveríamos em estado primitivo, a história teria parado, o indivíduo não teria nascido, a ciência não teria alçado voo, os direitos humanos não teriam sido reconhecidos e a liberdade não existiria
(Excerto)

297 palavras

Aparência(s)


Na sociedade atual,  a aparência vai tomando um papel fundamental na definição do ser humano. Os bens materiais vão tendo cada vez mais destaque, sobrepondo-se aos traços morais e de caráter, sendo resultado da projeção e da ideia de valorização do nosso ser promovida pelos "media" e por certos contextos sociais.

Nesta sociedade superficial, onde o estatuto social é o que ordena e os teus bens te definem, a aparência vai tomando conta da vida das pessoas, sendo muitas vezes decisiva para a tomada de decisões de relevo que a afetam sobremaneira. Exemplo disso é, por vezes, em entrevistas de emprego o nosso aspeto exterior passar à frente das nossas habilitações e capacidades para desempenhá-lo, impedindo ou prejudicando uma correta avaliação e comprometendo, assim, a nossa vida.

Por outro lado, a aparência também tem grande importância na nossa integração na sociedade, facilitando-a ou dificultando-a, definindo, por vezes, as pessoas que nos rodeiam, que nos apoiam ou que estão contra nós. Exemplo disso é o aumento e o agravamento dos casos de "bullying" verificados nas escolas, exercidos por crianças e por jovens, frequentemente motivados só pela aparência, pelos objetos pessoais que o alvo da violência possui ou não ou até pela situação financeira vivida pela família, marcando a vítima para o resto da sua vida.

Em suma, a nossa sociedade valoriza-nos, avalia-nos e define-nos, infelizmente e cada vez mais, pelo que temos e não pelo que somos. A aparência tomou assim um papel central na nossa vida pois o “ter” tornou-se mais importante que o “ser”. É, pois, urgente que através da escola, das famílias, das instituições e, até, de campanhas de sensibilização nos "media" se apoie e se estimule os bons resultados, o esforço, a dedicação, os bons exemplos de solidariedade e de caráter, para que esta realidade se altere.


Catarina Francisco, 12 junho 2015

(contributos de reflexão para G. III)

14 junho 2015

Novos Povoadores

Temas

Novos modos de vida
Procura de soluções amigas do ambiente
A importância de perseguir o sonho/ a utopia
A consciência individual num mundo em mudança
A consciência ecológica
Cidades v/s campo


Viver no nundo rural a não é o que era...Vamos ver os Jacintos de agora.

Reproduzimos o texto de apresentação do portal «Novos Povoadores», que ajuda famílias citadinas, normalmente com formação superior, a transferir-se para o meio rural, como opção de vida. 
In: http://www.novospovoadores.pt/

Projeto de repovoamento de territórios rurais com famílias empreendedoras

 Há um país por "descobrir”!
Esconde-se entre a visão romântica do meio rural e o estigma de um interior empobrecido. Na realidade, se a ideia de um projecto de turismo em espaço rural e uma pequena agricultura familiar nutre muitos sonhos, não é menos verdade que hoje, as assimetrias regionais são acentuadas em grande medida pela escassez de população.

Neste sentido, o programa de repovoamento rural Novos Povoadores visa facilitar a implementação ou transferência de projectos empresariais para os territórios rurais.

A concentração demográfica nas áreas metropolitanas é promotora do aumento dos custos de vida, com destaque nos cuidados infantis e na habitação, bem como nos constrangimentos na mobilidade e no incremento de bolsas depressivas na sua periferia.

Em 2001, 42% da população vivia nas áreas metropolitanas, onde se concentrava 70% do endividamento das famílias.

Segundo a ONU, em 2015, 69,2% da população viverá nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

Sendo conhecidas as condições de vida da população metropolitana - sobre endividamento; baixa qualidade de vida social e ambiental – Portugal poderia oferecer melhor qualidade de vida à sua população, e aos empreendedores soluções mais competitivas.

A principal influência para a localização de pessoas e famílias é o TRABALHO.

As populações fixam-se onde existe oportunidade de participação profissional. Logo, a promoção de oportunidades de empreendedorismo nestes territórios provocará o desejado Êxodo Urbano.

Os reduzidos custos de instalação de unidades empresariais no interior, os baixos custos de mão de obra em consequência de economias locais pouco inflacionadas, a qualidade de vida social e ambiental fruto da baixa densidade e dos fortes investimentos em infraestruturas sociais nos finais do século passado, tornam estes territórios altamente atractivos para todos os empreendedores em sectores económicos suportados pelas TICs.


É esta uma visão utópica? A sociedade globalizada assenta cada vez mais numa economia sem geografia, facto que permite olhar para o território de uma forma mais inclusiva. Neste contexto, é possível reduzir o fosso das assimetrias regionais com vantagens para os novos residentes e para os territórios de baixa densidade. Por um lado, inegável incremento da qualidade de vida, por outro lado, a quebra de um ciclo de sangria territorial.

A ruralidade tem hoje atractivos que lhe permite competir com as áreas urbanas. Os Novos Povoadores são os pioneiros que reconhecem as mais valias de uma vida mais tranquila sem prejuízo de uma presença profissional activa.

(imagens: Expresso/Rusticasa) 



NOTA: Atenção à ortografia, anterior ao Acordo. Só mudei no título.
Os novos rurais Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/os-novos-rurais150022537.html
Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/os-novos-rurais150022537.html
Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País. Aí lançaram novos projetos agrícolas, com a convicção de que estavam a lutar pelo seu futuro, mas também pela sobrevivência do País. Dados oficiais apontam para uma média de 200 novos casos de jovens que estão a olhar para o setor agrícola como o seu projeto de vida. É um fluxo de gente de classe média, educada, com formação superior, com mundo. Estas pessoas são do melhor que Portugal tem. Têm conhecimentos para perceber o que se passa e, conscientemente, assumem o risco de uma decisão que lhes vai mudar a vida para sempre. O movimento dos Novos Rurais é um movimento de empreendedores. Têm um desígnio, têm sentido de risco, e pretendem dedicar-lhe a vida. O Governo deve direcionar a sua atenção para este fenómeno, a mesma atenção que lhe devem merecer as questões da troika, do desenvolvimento e do futuro de Portugal. Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/os-novos-rurais150022537.html
Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País. Aí lançaram novos projetos agrícolas, com a convicção de que estavam a lutar pelo seu futuro, mas também pela sobrevivência do País. Dados oficiais apontam para uma média de 200 novos casos de jovens que estão a olhar para o setor agrícola como o seu projeto de vida. É um fluxo de gente de classe média, educada, com formação superior, com mundo. Estas pessoas são do melhor que Portugal tem. Têm conhecimentos para perceber o que se passa e, conscientemente, assumem o risco de uma decisão que lhes vai mudar a vida para sempre. O movimento dos Novos Rurais é um movimento de empreendedores. Têm um desígnio, têm sentido de risco, e pretendem dedicar-lhe a vida. O Governo deve direcionar a sua atenção para este fenómeno, a mesma atenção que lhe devem merecer as questões da troika, do desenvolvimento e do futuro de Portugal. Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/os-novos-rurais150022537.html
Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País. Aí lançaram novos projetos agrícolas, com a convicção de que estavam a lutar pelo seu futuro, mas também pela sobrevivência do País. Dados oficiais apontam para uma média de 200 novos casos de jovens que estão a olhar para o setor agrícola como o seu projeto de vida. É um fluxo de gente de classe média, educada, com formação superior, com mundo. Estas pessoas são do melhor que Portugal tem. Têm conhecimentos para perceber o que se passa e, conscientemente, assumem o risco de uma decisão que lhes vai mudar a vida para sempre. O movimento dos Novos Rurais é um movimento de empreendedores. Têm um desígnio, têm sentido de risco, e pretendem dedicar-lhe a vida. O Governo deve direcionar a sua atenção para este fenómeno, a mesma atenção que lhe devem merecer as questões da troika, do desenvolvimento e do futuro de Portugal. Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/os-novos-rurais150022537.html

12 junho 2015

Argumentar

Como prometido aos que estiveram a treinar o grupo III, edito alguns dos diapositivos (do 11º) referentes à argumentação, como lembrete. Têm de ser eficazes na vossa argumentação - convencer das vossas opiniões e razões.





Exemplos|Para exemplificar o texto reflexivo e de opinião sustentada em argumentos,  deixo dois exemplos simples, realizado por colegas vossos, em anos anteriores, neste caso sobre o tema das vantagens ou desvantagens da internet.
 
A rede
A Internet, embora tenha muitíssimas vantagens, é também um meio perigoso, sendo que os perigos ultrapassam em larga escala as vantagens.

Uma prova disso são as redes sociais, um potencial perigo imenso. Qualquer um pode manipular as suas próprias identidades, abrindo assim possibilidades de criar identidades falsas, que muito provavelmente serão utilizadas para fins nefastos. Um dos exemplos mais graves é o que afeta os mais jovens: as vítimas destas práticas de engano e manipulação são, grande parte das vezes, as crianças. Estas não têm capacidade de pensar como um adulto, obviamente, e dado que cada vez mais são expostas à Internet e ao computador em tenra idade, estão claramente em perigo face a este mundo virtual.

Por outro lado, e com consequências talvez piores, estão todas as doenças associadas à exposição prolongada à Internet que, embora não estejam diretamente ligadas a este meio, são derivadas de um uso exagerado. Como exemplo temos a obesidade, um dos problemas que cada vez mais afeta os jovens de hoje. Ao passarem demasiado tempo em frente ao computador, obviamente não irão praticar outras atividades menos sedentárias, aumentando assim a probabilidade de doenças relacionadas com o sedentarismo. Mas as consequências não se ficam por aqui; existem mais efeitos, também ao nível psicológico: a obsessão acaba por se tornar uma condicionante na vida dos jovens, levando muitas vezes a que se despreze atividades sociais, com o fim de navegar na Internet e/ou participar em chats.

Por todas estas razões, acaba por se tornar mais que claro que a Internet vem num pacote que pesa muito mais no lado negativo que no lado positivo. Só com uma atitude esclarecida dos jovens, pais e dos educadores será possível inverter a situação.

João Desidério, Inês Varela, João Rodrigues, Eliana Janeiro (11º)


Solidariedade através da Internet

A meu ver, a Internet é um meio para nos tornarmos cidadãos cada vez mais solidários. Através da Internet temos conhecimento de outras realidades que nos levam a reflectir e, consequentemente, a importarmo-nos com os que nos rodeiam e também com aqueles mais distanciados.

Prova disso são as campanhas  que podemos ver na Internet, principalmente sobre doenças que afetam grande número de pessoas, catástrofes que por sua vez também atingem muitos indivíduos e a fome que ainda se verifica em muitos países. Estas campanhas levam-nos a refletir e a querer ajudar os outros através do voluntariado, por exemplo. A Internet é, ainda, um meio para serem efetuados donativos a instituições, de um modo rápido e fácil para quem tenha acesso à Internet, que é a maioria.

Discordo completamente do facto de atribuírem ao uso da Internet o motivo pelo qual nos tornamos solitários. A Internet, muito pelo contrário, é um meio de comunicação mundial que nos permite contactar com uma pessoa em qualquer ponto do planeta, logo, é um dos meios que contribui para não nos tornarmos seres solitários. Um bom exemplo disso, é podermos comunicar com os amigos e familiares que se encontram a trabalhar ou estudar noutros países, fortalecendo os laços afetivos e impedindo o seu isolamento.

Em suma, a Internet leva a sociedade a tornar-se mais solidária, leva-nos a preocuparmo-nos com o próximo e ainda contribui para não nos tornarmos humanos solitários.

Sara Gomes 10ºC (sim, sim, ainda te lembras...)

09 junho 2015

Natureza

Na sequência do último desafio lançado relativamente ao tema para grupo III, fica informação que podem consultar, para preparar artigo.

 Temáticas
  • Respeito pela natureza 
  • Ambiente e responsabilidade individual
  • Cidadania responsável
  • O planeta - a nossa casa comum 
  • Necessidade de uma maior consciência ambiental 
 Paris, junho 2015

Pequim, janeiro 2015

G7 concorda em “descarbonizar a economia” até 2100

Declaração revela um passo novo das economias mais avançadas do mundo na luta contra o aquecimento global, mas não é um compromisso com emissões nulas no fim do século.


Os países do G7 anunciaram esta segunda-feira o seu apoio a uma “descarbonização da economia global” até ao final deste século, o que implica cortes profundos, ou mesmo totais, no uso dos combustíveis fósseis.
Inscrita na declaração final da cimeira do G7 que terminou nesta segunda-feira na Alemanha, esta posição revela um passo novo das economias mais avançadas do mundo na luta contra o aquecimento global, mas esconde as difíceis negociações entre os seus líderes para chegarem a um texto consensual.
Na declaração, o G7 defende uma meta de 70% de redução das emissões globais de gases com efeito de estufa até 2050, a ser partilhada por todos os países signatários da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas. Este é o limite superior das recomendações do IPCC – o painel científico da ONU para o clima – para que o termómetro global não aumente mais do que 2ºC até ao final do século. Segundo o IPCC, as emissões devem baixar de 40 a 70% até 2050 e chegar a zero em 2100.
Embora tenha optado pelo maior valor até 2050, o G7 não se comprometeu com emissões nulas em 2100 e optou por uma frase que pode ter uma interpretação mais lata. “Enfatizamos que são necessários cortes profundos nas emissões de gases com efeito de estufa e uma descarbonização global da economia ao longo deste século”, refere o comunicado.
(...)
Mas o texto final é vago quanto à contribuição do G7. “Comprometemo-nos a fazer a nossa parte para se atingir uma economia de baixo carbono no longo prazo”, diz o comunicado, prometendo incentivos a tecnologias para “transformar o sector energético até 2050”.
(...)
Ainda assim, ambos os países concordaram com o apoio à descarbonização da economia até 2100. “Ninguém vai começar a fechar as suas indústrias ou a desligar as luzes. Simplesmente temos de encontrar formas de criar fontes de energia com baixas emissões de carbono”, disse o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, no final da cimeira do G7, no castelo de Elmau, na Baviera.

O compromisso com a “descarbonização” foi saudado como um passo importante, com organizações ambientalistas, como a Greenpeace, a falarem no fim da era dos combustíveis fósseis.
Descarbonizar totalmente a economia pode tanto significar cortar totalmente com os combustíveis fósseis, como manter uma fracção do seu uso e compensar as emissões daí resultantes com outras medidas – como plantar florestas ou enterrar o CO2 no subsolo.
(...)
O G7 manifestou o seu “forte compromisso” para um acordo em Paris e prometeu “continuar os esforços” para reforçar o financiamento para ajudar os países mais pobres a enfrentarem as alterações climáticas.
Os sete países do selecto grupo – Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália – também decidiram apoiar as nações mais vulneráveis, aumentando em 400 milhões o número de pessoas abrangidas por seguros que cubram riscos relacionados com as alterações climáticas.

Reprodução parcial de artigo (destaques a negrito nossos) publicado em:   
http://www.publico.pt/mundo/noticia/g7-concorda-em-descarbonizar-a-economia-ate-2100-1698342



Ver
Vários artigos (breves) relacionados com ambiente - perigos, exemplos, respostas... (os artigos estão por títulos/temas; é só abrir o link)

10 IDEIAS PARA RESPEITAR A NATUREZA
 (reprodução abreviada de pg. para sensibilização de jovens do Brasil; o doc. tinha erros ortográficos, razão pela qual não optei pelo link)

1- Ponha o lixo no lugar certo
Cada pessoa produz por dia cerca de meio quilo de lixo.
Multiplique isso pela população da sua cidade para ter ideia do tamanho do problema.

2- Poupe água e energia

3-Não desperdice
Escolha consumir o necessário.
Resista ao modismo que nos obriga a trocar de carro, roupa, bens, além de gastar dinheiro desnecessariamente, desperdiçamos recursos naturais, poluímos o planeta.
Diga não a produtos supérfluos ou feitos para durar pouco, ou que gastem muita energia ou água, ou que contaminem o meio ambiente, ou descartáveis cuja a embalagens não retornam aos fabricante.

4-Cuide da fauna
Eles têm tanto direito à vida, à liberdade, ao bem-estar quanto os seres humanos.
Seja responsável com os animais sob sua responsabilidade.
Não deixe que sofram desnecessariamente, cuide para que tenham água, alimento e conforto.

5-Proteja a flora
Ajude a defender as árvores e florestas existentes.
Denuncie as agressões.
Plante novas árvores e cuide delas com carinho e respeito.
Faça coleta seletiva em sua casa e encaminhe o papel para reciclagem.

6-Não polua o meio ambiente 
Use o menos possível o automóvel, programando as suas saídas. Ele provoca poluição do ar, gasta combustível, agrava o efeito estufa, engarrafa o trânsito.
Acostume-se a ouvir música sem aumentar muito o volume do som.
Som alto provoca poluição sonora.
Reveja o seu comportamento, suas atitudes em casa, no trabalho, na comunidade e mude o que estiver provocando poluição ou degradação ambiental.

7-Pratique recolha seletiva de lixo
O que a sociedade chama de lixo é matéria prima e recursos naturais misturados e fora do lugar.
A reciclagem devolve estes recursos para fabricar novos produtos retirando menos da natureza, além de economizar mais água e energia, e aumentar a vida útil dos aterros sanitários.

8-Viva harmonicamente com a natureza 
Mantenha o contato com a natureza.
Faça passeios na floresta, vá à praia, contemple o pôr-do-sol, a lua cheia.
Cultive uma horta, um jardim, estude e leia mais sobre a natureza.Quanto mais você souber, melhor poderá agir em sua defesa.

9-Denuncie as agressões ambientais
Mesmo sozinho, pode denunciar as agressões ambientais.
Escreva às autoridades, ao serviço de atendimento ao consumidor de empresas, às autoridades, aos político, à imprensa, participe de campanhas pela internet ou pessoalmente.

10-Crie ou participe dos clubes de amigos do planeta.