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19 dezembro 2010

O amor não é um simples bater de coração


Ao reflectir sobre o texto de Miguel Esteves Cardoso O Elogio ao amor vim confirmar o que já pensava.

O amor já não é como antigamente, agora fazem dele uma diversão, um contrato. Não sabem que é amar de verdade, o que é ser amado e respeitado. Amam só por amar, para puderem dizer a alguém que têm namorada ou namorado, só para se fazerem passar por pessoas "adultas e responsáveis", só porque têm namorado (a).

Mas esquecem - se que com essas atitudes a verdade deste sentimento e a sua descoberta lhes passam ao lado, pois vivem naquela ilusão permanentemente. Apaixonam - se por um colega só porque são os melhores amigos e aquela pessoa está sempre ali ao lado, não se apercebendo que estão a confundir amor com um grande amizade. as pessoas de hoje são impacientes não sabem viver uma vida a dois, pois cada um tem que levar avante a sua vontade não se acordando e respeitando mutuamente, levando isto a uma permanência de discussões por coisas mínimas. Mas para mim o amor é algo muito forte que nos liga a outra pessoa não por amizade mas por um sentimento de afecto, paixão, confiança, respeito. Isto sim é um amor de verdade.
O amor não é um simples bater de coração é algo muito mais forte é um amor ardente.
Amar é unir - se ao seu parceiro e tornarem - se num só unidos pelo amor, prontos a atravessar todas as barreiras juntos.


Maryline 11ºB

17 Dezembro, 2010 21:53

18 dezembro 2010

Intermitências

Este livro é uma reflexão sobre a morte, referindo que a mesma deixou de tirar a vida dos indivíduos de um certo país, perspectivando a reflexão do leitor sobre as consequências de não morrer, pois todos nós achamos que se não morrêssemos ou que se soubéssemos quando iríamos falecer seria muito melhor. Saramago mostra o contrário.

žUm dos aspectos que gerou alguma controvérsia interpretativa foi o facto de se desconhecer o país onde a morte fez greve. Alguns elementos defendiam que era Portugal, apoiados na expressão “ Foi muito fácil. Sabendo-se que o país em que tudo isto se passa tem mais ou menos dez milhões de habitantes…” e no facto do autor ser português.
Frases:
ž“No dia seguinte ninguém morreu.”

ž“… venho informar de que a partir da meia-noite de hoje se voltará a morrer tal como sucedia…”

ž“A morte voltou para a cama, abraçou-se ao homem e, sem compreender o que lhe estava a suceder, ela que nunca dormia, sentiu que o sono lhe fazia descair suavemente as pálpebras. No dia seguinte ninguém morreu.”

žEste foi o antepenúltimo livro de José Saramago e foi escrito numa fase já final da sua vida. O Nobel da Literatura nesta obra retrata a morte (um tema aterrador para a maioria das pessoas) com alguma comicidade e daqui podemos tirar duas conclusões divergentes:
- O autor poderá já levar a morte como apenas mais uma etapa da sua longa caminhada e não se encontra receoso com a sua chegada;
- Por outro lado, devido à proximidade do final da sua vida e ao medo que sente tenta minimizar esse problema, tratando-o com comicidade.


Excerto do ppt apresentado pelos colegas:
Bernardo Brasil, Daniel Miranda, Eda Garcês e Francisco Reis, do 11º A

17 dezembro 2010

Mais um contributo : Voto aos 16, sim ou não?

"Escolhas"

Voto aos 16, sim ou não?

Um dos temas importantes actualmente é o do funcionamento da democracia: se a democracia pode ser melhorada, como? Como é que se pode estimular a participação dos cidadãos? Neste contexto podemos questionar-nos sobre qual a melhor idade para iniciar o voto; o sufrágio universal é um direito conquistado em Portugal na sequência do 25 de Abril de 1974 e devemos ter a responsabilidade de continuar a defender esse direito; mais do que uma responsabilidade é um dever absoluto e sagrado.

A partir de que idade é que devemos ter obrigação de cumprir esse dever? Esta questão é fundamental, sobretudo para os mais jovens até aos 18 anos. O nosso ponto de vista é de que o voto deve ser um direito e um dever a partir dos 16 anos. Provavelmente muitas pessoas discordaram da nossa opinião, mas iremos fundamentá-la com argumentos indiscutíveis.

1º argumento:
É a partir dos 16 anos que os cidadãos adquirem um conjunto de direitos e deveres significativos que têm consequências importantes para a sociedade, que implicam consciência e responsabilidade: podemos ser presos e julgados em tribunal como adultos, podemos casar, podemos trabalhar e descontar para o Estado. Em qualquer um destes exemplos estão impostas obrigações tão sérias como as que estão associadas ao voto.

2º argumento:
Ao iniciar-se, através do voto, uma participação mais jovem dos cidadãos da democracia, iria ser estimulado o seu envolvimento no sistema democrático e na sociedade prevenindo o abstencionismo, que é cada vez mais elevado, e promovendo a civilidade, o sentimento de pertença e de integração social.

3º argumento:
Ao constituir-se como direito a partir dos 16 anos o sufrágio seria uma forma de reforçar a liberdade civil dos cidadãos; a liberdade de participar, exprimir a sua opinião, o direito de ser ouvido. Ver reconhecida esta liberdade e este direito é também uma questão de justiça no sentido em que a partir desta idade já somos membros plenos da sociedade.

4º argumento:
A partir dos 16 anos qualquer cidadão tem capacidade para votar, para fazer uma opção política, para escolher uma orientação para a sua sociedade, para criticar as diferentes posições politicas e fundamentar uma decisão de voto. Haverá gente inconsciente aos 16 anos, certamente; mas tal ocorre em todas as idades.

Objecções possíveis:
a) Se considera que um jovem de 16 anos ainda não tem maturidade para votar.
b) Se considera que um jovem de 16 anos não tenha conhecimento para intervir politicamente com qualidade.

No entanto:
a) Refutação do argumento:
Um jovem com 16 anos já tem muitos conhecimentos e experiência de vida; está na fase final do secundário já estudou muitas disciplinas, já fez muitos testes; já teve de fazer escolhas e opções de áreas de estudo. Será que votar exige mais conhecimentos do que estes que já foram adquiridos?



Ana Catarina Luís
André Santos
Maryline Matos
11ºB

16 Dezembro, 2010 23:14


Imagem: biaamorim.blogspot.com


Sociedade e violência


Sempre foi do meu conhecimento que a Suécia era detentora de tais virtudes. Fui alvo da minha própria ignorância quando, na apresentação das obras literárias do Contrato de Leitura, a professora Noémia Santos referiu que por detrás de todas as rectidões que a sociedade sueca ostentava também vive a mais vil violência.

Serão os suecos capazes do melhor e do pior?

Foi a primeira questão que me veio à cabeça, e confesso que a minha ideia acerca da sociedade sueca mudou, por momentos. Não estou suficiente informado para comentar o grau de violência existente e, por consequência, sinto-me inapto para criar uma possível crítica. Em vez disso, tentei criar indícios que atenuem o furor do assunto em causa.

O facto de a Suécia ser uma sociedade muito bem vista, de ter um nível elevado de organização e cultura, põe-na num patamar muito elevado. E, como diz o ditado, quanto mais alto se sobe maior é a queda; o menor defeito poderia tornar-se um escândalo.

A ideia que quero dar é que a causa do impacto deste assunto nas pessoas poderá ter a ver com o contraste existente entre as virtudes e defeitos da sociedade sueca. Existem países com maiores indicativos de violência; no entanto, e infelizmente, não são motivo de grande choque, dado que são alvos de desinteresse devido a actos de violência constantes. Por isso, não seria justo atirar juízos imprudentes sem antes reflectir seriamente acerca da matéria. Um debate seria mesmo o ideal.

Com os melhores cumprimentos.

Gonçalo Brás Gomes

13 Dezembro, 2010 23:01


Imagem: cena do filme de Ingmar Bergman, o mais conhecido realizador de cinema da Suécia, que muito antes do livro que andamos a ler, retratou estas questões das pequenas e grandes violências existentes do interior da sua sociedade. Em: http://www.cinepersona.com/2010/01/ingmar-bergman-o-cineasta-da-alma.html

Voto aos 16, sim ou não?


Segundo a nossa legislação somos maiores de idade a partir dos 18 anos. Idade que nos abre a porta ao voto legislativo, a poder tirar a carta de condução de veículos ligeiros e a poder trabalhar a tempo inteiro.

Mas começamos a ter deveres com a sociedade mais cedo, aos 16 anos. Até aos 16 anos os nossos pais ou tutores são responsáveis, pelos nossos actos, mas a partir daí somos vistos e tratados pela sociedade como jovens adultos, tendo de obedecer as normas estabelecidas para quem é considerado adulto, ou seja, numa pessoa com idade igual ou superior a 18 anos.

Aos 16 podemos integrar a sociedade activa, ter o nosso primeiro emprego, descontar para a segurança social e para as finanças, começar a tirar a carta de condução de motorizada, servindo o exame de código deste para a carta de condução de veículos ligeiros. Podemos também pensar em casar e constituir família e caso cometamos algum crime grave, seremos julgados aos olhos da justiça como adultos, sendo a pena aplicada a um indivíduo de 16 como se tivesse 18.

Será justo que um jovem de 16 anos, que tem “maturidade” suficiente para cumprir com determinados requisitos para a sociedade, não seja tratado como um adulto, e não lhe sejam atribuídos os mesmos direitos que aos adultos, nomeadamente no que diz respeito ao voto obrigatório?

Se entre os 15/16 somos “obrigados” a fazer escolhas quanto ao nosso futuro, nomeadamente se continuamos ou não o nosso percurso escolar, para que área devemos de ir, que profissão/ escola devemos escolher… Porque razão não nos deixam escolher também os destinos do país?

Trabalho realizado por:
Carla Teotónio
José Freitas
Inês Morais
Marta Carmona

12 Dezembro, 2010 17:11

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16 dezembro 2010

Crónica de MEC

José Saramago e Pilar del Rio

Elogio ao amor

Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já n

inguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo".

O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da da, nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. (…) Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.

Miguel Esteves Cardoso, in Expresso

Miguel Vicente Esteves Cardoso (Lisboa, 1955) é um crítico, escritor, tradutor e jornalista português. É filho de pai português e mãe inglesa, e o facto de ser bilingue deu-lhe uma visão distanciada de Portugal e dos Portugueses, tema de muitas das suas crónicas. Licenciou-se e doutorou-se em Inglaterra. Escreveu peças de teatro, dois romances - A Vida Inteira e O Cemitério de Raparigas, letras de canções (para Sétima Legião, Balla), mas é sobretudo conhecido pelas crónicas que tem publicado ao longo dos anos em vários jornais, reunidas nos volumes Escrita Pop e A Causa das Coisas. Também se dedicou ao ensaio, à crítica literária e cinematográfica e à tradução.




Geralmente não se conservam coisas ''podres''



Acho surpreendente o facto de a situação descrita pelo Padre António Vieira, e outrora por Santo António, ainda estar viva nos dias de hoje. Com tanta acção missionária existente desde aquela altura até aos nossos dias, a corrupção já deveria estar extinta, mas não é o caso. Apesar de já não existir escravização evidente, prevalecem outros problemas com mais ou menos a mesma magnitude, como por exemplo: a existência de montes de crianças a viverem em extrema pobreza, cuindando o estado de tais situações.


É estranho sermos um dos países, pelo menos da União Europeia, com uma maior taxa de crença cristã, mas mesmo assim temos 300 mil crianças a viver em extrema pobreza.

Passaram-se 400 anos e a nossa corrupção ainda não passou. Será que há solução? Porque é que ainda existem missionários e igrejas se passados 4 séculos continua tudo na mesma ou, mesmo, ainda pior?
Geralmente não se conservam coisas já estragadas / ''podres'' e se calhar é por isso que a nossa corrupção não nos

é arrancada. Será que fomos, somos e seremos sempre ''podres'' ?

Eda Garcês 11 A

07 Dezembro, 2010 18:30


Imagens em: amigosdasveredas.blogspot.com


07 dezembro 2010

Desafios


Cabeça Vazia
Não a deixes ficar vazia!
Não a enchas de porcaria!
Be smart!

Não arrisques! É melhor desde já activar os neurónios críticos: antes de o período terminar, aceita o desafio de comentar os textos, cartoons ou vídeos publicados. Há para todos os gostos - Internet, discurso de Obama, entrevista a Saramago, vídeos, livros, imagens críticas...

Lembro que há vários textos dos colegas, sobretudo de análise ou escrita de discursos argumentativos.

30 novembro 2010

Ainda: A Rapariga que Roubava Livros


Afinal, encontrei o trailer


Apresentação da biografia de Stieg Larsson e comentário crítico sobre a trilogia do Milennium.

O livro não é fácil...mas a vida também não.

Stieg Larsson no cinema


Tal como foi referido na sessão de hoje, na Biblioteca, pela profª Paula V., o livro Os Homens que Odeiam as Mulheres já foi adaptado ao cinema.

Aqui fica a apresentação. É duro, como o livro. Cabe-vos julgar se tal dureza vale a pena.



Fernando Pessoa morreu há 75 anos. Ou talvez não...

Fernando António Nogueira Pessoa (13 de Junho de 1888 - 30 de Novembro de 1935)

Os Homens que Odeiam as Mulheres





Pode uma sociedade organizada, discreta, com cidadãos cultos e informados, albergar no seu interior a mais abjecta e silenciada violência?

Sim, pode. É esta verdade dolorosa que o jornalista e escritor Stieg Larsson nos propõe conhecer.



29 novembro 2010

A Rapariga que Roubava Livros


Num tempo em que alguns homens os queimavam!




28 novembro 2010

1942 - Levou a guerra mais perto da Rua Himmel


«O Diário da Morte: 1942. /Foi um ano para a eternidade, como 79, como 1346, para citar apenas alguns.»
P. 265


ANO 79

POMPEIA: Aos XXVI dias do mês de Augustus, Ano Primeiro do Império de Titus.

Torna-se evidente agora que o que vimos, e estamos vendo, é a maior catástrofe na História de nosso mundo, e que os deuses fizeram cair sobre a região de Campânia, em particular sobre a cidade de Pompeia, uma tragédia como ninguém experimentou antes. Há três dias, o ventre da terra explodiu nas vizinhanças, e reduziu este belo lugar a pó e cinzas, e ninguém conhecerá a razão.


Pompeia
Erupção do Vesúvio

Ano 1346

A "Peste Negra"

Muito do imaginário europeu sobre o final da Idade Média, século XIV, está ligado a um acontecimento absolutamente trágico - um dos mais trágicos de sempre, tendo em conta as consequências: a morte dizimou entre 30 e 40% da população europeia - várias dezenas de milhões de mortos.


1939-1945

Segunda Guerra Mundial foi o conflito que mais vítimas causou em toda a história da humanidade:50 milhões de mortos!


Desenho incluído no livro feito por Max, o pugilista judeu, na cave, utilizando as folhas de Mein Kampf; página a página essas folhas transformam-se em «esboços que, para ele, resumiam os acontecimentos que tinham tocado a sua vida anterior por uma outra.»

p. 240

O livro, o autor, a crítica



Markus Zusak





Crítica literária de Eduardo Pitta sobre A Rapariga que Roubava Livros




... Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte


“Zusak não só cria uma história original e enfeitiçante, como escreve com poesia… Uma narrativa extraordinária.”

School Library Journal

“Uma narrativa absorvente e marcante.”

Washington Post

“Uma história poderosa.”

Booklist

“Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…”

New York Times

“Perturbador e poético ao mesmo tempo…Parece bem colocado para se tornar um clássico.”

USA Today

“Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler.”

Guardian

“Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza.”

Sunday Telegraph

“Aos trinta anos, Zusak escreveu um dos livros australianos mais invulgares e cativantes de sempre.”

The Age (Austrália)


20 novembro 2010

As intermitências da Morte - um livro divertido?



E se a morte deixasse de matar? Este o ponto de partida do último romance do Nobel português. Chama-se 'As Intermitências da Morte' e já é um 'best-seller'

isabel Lucas
DN-Natacha Cardoso

Começando pela ideia, que é por onde tudo começa nos seus livros...

Sim, como a história que se conta do Newton, quando lhe caiu uma maçã na cabeça nasceu a Lei da Gravitação Universal. De cada vez que acabo um livro fico simplesmente esperando que aconteça outra ideia… Podem passar-se semanas, mas também meses. Tenho tido sorte. As ideias têm aparecido quando são necessárias. Acabo um livro e não tenho qualquer ideia para outro. Espero-a.

Essa espera angustia-o?

Não. Claro que a preocupação está cá, mas não a alimento. Talvez porque me tenha habituado a que, mais tarde ou mais cedo, chegue uma nova ideia. Um dia destes tenho uma desilusão tremenda.

E qual é a história da ideia que está na origem do livro suspender a morte?

Eu estava a ler um livro de Rainer Maria Rilke, Os Cadernos de Malte Lauridis Brigge, e há um momento em que ele fala da morte de uma pessoa. São páginas extraordinárias! Foi então que me ocorreu a tal ideia. Mas não foi "E se a morte deixasse de matar?" A ideia inicial era outra: "E se a morte não conseguisse matar uma certa pessoa?" Essa acabou por ser deslocada para o final. O embrião é, afinal, o fim.

Nesta história, encetou um discurso irónico, que em si é novo.

Sim. Quando se fala de um livro sobre a morte, parte-se da ideia de que vai ser um livro sério. Era uma opção, escrever um livro tenebroso. A outra é dizer não vale a pena dramatizar o que já de si é dramático, então vamos imaginar uma situação em que, falando-se da morte, no fundo do que se tratará é da vida. A morte não existe fora de nós.

Rainer Maria Rilke forneceu-lhe a ideia e Proust deu-lhe o título?

Habituei-me a escrever já com um título e chamei-lhe O Sorriso da Morte, apesar de não gostar, consciente de que se tratava de algo provisório e também pela ironia que sabia que iria usar. E, porque o que a morte me diz é intermitente, mais tarde recordei que Proust, em La Recherche..., fala das intermitências do amor. Que o amor seja intermitente parece que é uma experiência de todos nós. Agora que a morte o seja... Porque gastamos tanto tempo a perguntar o que há além da vida? Se nos interrogássemos sobre o que realmente se está a passar aqui na vida, no tempo que nos calhou.

É a grande questão?

Sim. É disso que se fala. No livro, o primeiro-ministro põe essa questão se isto continua assim como é que vamos pagar as pensões.

Essa é apenas uma das muitas questões concretas que se colocam quando a morte deixa de matar. Nesse exercício, quase ensaístico, fala dos "pantanosos terrenos da realpolitik".

A expressão é aplicada no sentido do pragmatismo absoluto, excluindo questões de princípios e atendendo apenas ao que convém a cada momento. Portanto, subindo e descendo, oscilando, segundo a maré. Mas pode ser entendido de maneira extrema, como é o caso. Para cumprir determinado fim, o Estado não hesita em fazer um acordo com a "máphia" com ph, mas não deixa de ser máfia por isso.

É a morte a jogar o seu jogo, o que por sua vez justifica um jogo de palavras?

É. Escrever "máphia" com ph deu--me um certo gozo. É um anacronismo. Não sei como é que as traduções vão resolver a questão. Provavelmente não podem. Por exemplo, em alemão os substantivos escrevem-se com letras maiúsculas. Eu andei a pôr os nomes das pessoas com minúsculas, tudo minúsculo. Para manterem essa lógica, teriam de transgredir as suas próprias regras. Não creio que o tradutor esteja disposto a isso porque não seria compreendido, mesmo que explicasse que seguia o original. Nem sei se a questão de traduzir o título para alemão já está resolvida.

Então?

Eles usam a expressão "luz intermitente", mas não têm uma forma para dizer As Intermitências da Morte. Pelos vistos o português é muito mais rico em cambiantes e nuances. A nossa língua tem uma plasticidade que algumas vezes falta a outras e que permite jogos…

Os tais jogos que lhe deram prazer jogar neste livro?

Deram. Foi um livro escrito com alegria. Falar da morte e dizer que o fiz com alegria… É uma alegria que vem não só pelo tom irónico, sarcástico às vezes, divertido, mas também porque é como se me sentisse superior à morte dizendo-lhe "Estou a brincar contigo."

A ironia com que trata a morte é a mesma que usa para retratar a velhice, mas aí há mais de amargura. A velhice inquieta-o?

Bom, eu sou um velho. Mesmo com a esperança de vida de cem anos, e estamos muito longe disso, eu sou um velho.

Acha que o olham como um velho?

Não só as pessoas não me olham como um velho como eu não me sinto velho. Mas tenho a lucidez suficiente para ver que, com 83 anos, sou realmente um velho. Um velho que se mantém bem e que trabalha. Isso dá-me a impressão falsa de que nada do que escrevi sobre a velhice tem que ver comigo.

É distância da velhice do outro tal como a morte é a morte do outro...

Sim, a morte do outro é lógica e natural e necessária. A nossa própria morte é uma injustiça tremenda, uma partida que nos pregam. É como se eu, por não me sentir velho, não o fosse e pensar que nada do que vem de negativo com a velhice me pudesse tocar. É uma estupidez minha, porque chegará o momento em que tudo isso me tocará. Às vezes solto uma frase um pouco pretensiosa. Quando me perguntam como me sinto, digo "Quanto mais velho mais livre e quanto mais livre mais radical." Aplicado ao meu caso isto é certo, mas dizer quanto mais velho mais livre é absurdo, porque a velhice diminui, retira, anula e, com tudo isto, tira liberdade. A não ser que tomemos aqui a velhice, como se costuma dizer, como um sinal de sabedoria. Aí, é como se eu me fosse tornando mais sábio e consequentemente mais livre devido a essa sabedoria, e não pela velhice. E quanto mais livre mais radical. Isso sim, gosto de ser.

Na que se pode considerar a segunda parte do livro, a morte passa a avisar quando vem, escrevendo uma carta.

É uma partida diabólica. Mas a morte fez isso com boa intenção. Ela achou que era uma brutalidade fazer com que as pessoas morressem quando estavam com saúde e felizes e que o melhor seria avisar. Acaba por reconhecer que se equivocou uma vez mais. Primeiro, quando renunciou a matar. Depois, quando pretendeu remendar a situação e dizer "Vou regressar, e para que não me acusem de abusadora passarei a avisar." É pior a emenda, porque essas pessoas passam a estar no corredor da morte.

Faz, depois, um exercício onde tenta esgotar as várias possibilidades de reagir ao comunicado mortal.

Sim. Tudo pode acontecer reconciliar-se com o irmão com quem cortou relações, fazer testamentos, pagar impostos em dívida, ou dedicar os últimos dias a uma orgia de álcool e sexo.

Como acha que reagiria ao ser o destinatário de uma tal missiva?

Não sei. Álcool não, porque nunca fui dado a isso e não veria aí satisfação. No sexo sim, enquanto me fosse possível. Acho que o sexo é a única coisa verdadeiramente possível, ou melhor, é a única coisa que verdadeiramente não é impossível. Uma relação sexual pode existir em qualquer momento ou em qualquer idade, nem que não se concretize pela penetração física de um corpo no outro. O sexo não se limita a isso. Iria tentar viver esses dias em paz, procurar aquilo a que chamamos paz interior, que não seria nunca resignação. Seria a aceitação do facto. E tendo por companhia a minha mulher. Oito dias para se despedir são oito vezes em que o Sol nasce e em que o Sol se põe, oito dias para viver com as pessoas, olhar as árvores, respirar o ar. É uma eternidade, um tempo acrescentado à vida.

Um pouco como acontece com o violoncelista?

Sim, que já devia estar morto e não sabia. Estava vivo num tempo que, em princípio, não lhe pertencia. Mas quando a morte diz "Você morre daqui a oito dias, no fundo já o está a matar nesse momento." Aí, é o princípio da morte.

Acha que o fim da morte é o fim da ideia de Deus?

Creio que sim. Seria horrível se fôssemos imortais nesta vida. O tempo não pára e estaríamos condenados a uma velhice eterna que é a pior coisa que poderia suceder. Com a morte, prometem-nos a vida eterna numa outra vida e a Igreja, nesse caso, diz-nos que ficaremos a contemplar a face do Senhor. Parece-me que ficar a contemplar a face do Senhor para toda a eternidade é um bocado forte.

Até porque não acredita no Senhor...

No Senhor, como Deus, realmente não acredito. Em mim, tudo rejeita sequer a possibilidade dialéctica ou retórica da existência de um Deus porque eu não saberia onde colocá-lo. Há uma pergunta que parece que não é costume fazer-se mas que deve ser feita e para que é que Deus haveria de querer criar um universo? Qual era o objectivo de Deus criando o universo tal como ele é? É uma questão inicial.

No livro, porque escolheu a Suite n.º 6 de Bach para despedida?

Porque gosto e porque são suites para violoncelo solo. Quando era muito mais novo, comecei a estudar música na Academia dos Amadores de Música com a ideia de vir a tocar violoncelo. Nunca lhe pus as mãos em cima, mas sempre me ficou essa vontade por se tratar de um instrumento cujo som mais se aproxima da voz humana. (Pausa). No princípio do último andamento da Nona Sinfonia, de Beethoven, há um momento com os violoncelos e com os contrabaixos... (trauteia) É lindo! Isto é falar. Aqueles instrumentos falam. Suponho que foi a primeira vez na história da música que um instrumento falou. Como se fosse uma voz humana a articular as palavras do Schiller.

Em Julho de 1997 escrevia num dos Cadernos de Lanzarote "Zeferino Coelho [editor] gostou de Todos os Nomes. Ainda não foi desta vez que o editor torceu o nariz... Mas não tenho ilusões, o dia chegará. Chega sempre." Já chegou? Essa possibilidade angustia-o?"

Sou muito consciente de que até agora não escrevi nenhum livro de que se possa dizer é mau. Mas isso pode suceder um dia e, o pior de tudo, sem que eu tenha a consciência de ter escrito um livro mau. Seria o pior que me podia suceder. Como tenho uma leitora em casa, que também é minha tradutora e, além disso, é minha mulher, espero que, se tal acontecer, ela me diga: "Este não é para publicar." Se ela ceder, por amor, espero que seja o editor a dizer não.



Consultado em: http://lportuguesa.malha.net/content/view/59/49/


Fotografia de José Saramago: Exposição A CONSISTÊNCIA DOS SONHOS, sobre a vida e obra de JS, no Palácio da Ajuda, em 2008. Foto de Noémia Santos

05 novembro 2010

Contrato de Leitura


Estão já escolhidos os livros para o CONCURSO NACIONAL DE LEITURA - fase 1, prova a nível da escola (a realizar em 6 de Janeiro).
José Saramago, As Intermitências da Morte, ed. Caminho
Markus Zusak, A Rapariga que Roubava Livros, ed. Presença
Stieg Larsson, Os Homens que Odeiam as Mulheres, Millenium I, ed. Asa/Oceanos
Como no ano anterior, proponho que aproveitem a ocasião para o Contrato de Leitura e, sem prejuízo de outras escolhas, acho que é uma boa ideia lermos, confrontarmos leituras, reflectirmos sobre as questões colocadas por estes livros.
A Biblioteca da escola vai adquirir vários exemplares (5) de cada livro.
Se quiserem comprar, aqui ficam os preços de referência (há sítios me que pode variar): As Intermitências, cerca de 15-16 € (há sítios onde fazem promoções deste e de outros livros do Saramago); A Rapariga ..., cerca de 21-22 €; Os Homens, c. de 19 €.
Em próxima mensagem, darei pormenores.

01 novembro 2010

Outra forma de testar o sentido crítico

Filme vencedor do prémio de animação 2010

O importante é reflectir, tentar perceber o alcance do trabalho.
Deixem comentários!

31 outubro 2010

Análise do discurso de B. Obama aos estudantes (II))


Este decurso fala-nos de responsabilidade, focada principalmente, na de cada um de nós pela nossa própria educação – “ (…) a verdade é que nem os melhores professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades”.


A escola e os estudos são importantes não só para conseguirmos melhores empregos e garantirmos uma vida melhor mas também para decidir o futuro do nosso país, confrontado com problemas/desafios do futuro, diz Barack Obama. Uma população instruída é capaz de resolver os maiores problemas, como a fome, a pobreza, a falta de igualdade e de liberdade – “Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar (…). Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso. E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isso é importante (…) Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro (…) Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem – se abandonarem a escola –, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país”.


Como modo de peroração do discurso, B. Obama decide apelar aos alunos que muitas vezes tendem a desistir, quando surgem maus resultados, a não renunciarem dos seus objectivos porque “algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos” – para persuadir os destinatários, apela às paixões e emoções (movimento-tipo: amplificação) – “Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E por isso fui bem-sucedido. Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam, temos de permitir que nos ensinem as suas lições”.

As últimas e destacadas frases do discurso tornam a tocar no coração dos alunos, visando, com sucesso, comover o auditório, com frases de apoio, orgulho e crença no trabalho e dedicação dos mesmos – “Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes”.

Filipe M. Ferreira

28 Outubro, 2010 23:28



Créditos da imagem: http://edfood.org/archives/120

30 outubro 2010

Retórica

Análise do discurso de Barack Obama aos alunos americanos na abertura do Ano Lectivo 2009/2010


No exórdio do discurso de Barack Obama, tal como a estrutura do texto argumentativo apela, o presidente transmite palavras e expressões de aproximação com a comunidade estudantil, dando exemplos da sua vida enquanto estudante – “ (…) muitos devem ter pena por as férias do Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama. Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que decidiu dar-me ela própria umas lições extra, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã” – palavras que comovem imediatamente a sala e criam um clima de solidariedade, amizade e interesse entre o auditório e o orador.
A estrutura deste discurso funciona da seguinte forma: depois de estabelecida a proximidade entre Obama e os alunos, com uma introdução apelativa, progressivamente (com aumento gradual) o orador expõe o assunto sério e importante mas, para que não pareça um discurso “pesado” e aborrecido, é preenchido com inúmeros exemplos curiosos e apelativos.

(continua)

Filipe Ferreira
28 Outubro, 2010 23:27


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19 outubro 2010

Olhar crítico


Na disciplina de Português -11º ano foi-nos proposto desenvolver um trabalho relacionado com o que fez o grande Martin Luther King. O nosso trabalho consistia em encontrar algo que pudesse ser melhorado na Escola Secundária Henriques Nogueira ou mesmo em Torres Vedras, relatar esse aspecto e tentar encontrar soluções para esse mesmo problema.

Nós conseguimos detectar que na nossa escola existe uma falta de investimento na tecnologia, é o nosso tema de trabalho. Podemos começar por falar da rede de internet da escola, esta não é muito segura e vai a baixo facilmente. Outro aspecto é o facto dos computadores da nossa biblioteca serem algo lentos, também devido à rede de internet da escola. Na nossa escola também estão alguns quadros interactivos que mal são utilizados pelos professores, são mais rápidos, fáceis de manusear, e não há problemas com a visão pois pode-se aumentar o tamanho das letras e são quadros que não causam alergias como os quadros de giz. Também vimos que se trabalha pouco com os projectores que foram colocados no tecto das salas. Nestes dois últimos exemplos pode-se dar o caso de ter sido dinheiro mal gasto.

Queríamos ainda apresentar algumas soluções para os problemas referidos em cima. No caso da rede de internet deveria ser melhorada, tornando-a mais segura e sem quebras. Os computadores da biblioteca deviam ser substituídos ou provavelmente formatados de forma a serem mais rápidos e acessíveis; neste ponto é importante referir a sensibilização aos alunos para estes não colocarem as pen’s com vírus nos computadores da biblioteca pois tornam-nos mais lentos. Os quadros interactivos e os retroprojectores deviam ser utilizados mais regularmente pois são benéficos para todos. Para isso talvez fosse necessária uma aprendizagem dos professores para estes poderem utilizar correctamente os quadros interactivos e retroprojectores.

Trabalho realizado por:

· Bernardo Brasil nº4

· Rui Mendonça nº20

· 11º A

2010/2011